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 MC&A assessora HSBC em operação de financiamento para a compra de novo Boeing 777 da TAAG

A MC&A, sociedade de advogados portuguesa especializada na assessoria de negócios internacionais, prestou apoio jurídico ao banco HSBC de Londres, no âmbito da operação de financiamento para a compra do novo avião Boeing 777 pela TAAG – Linhas Aéreas de Angola. A operação contou com o apoio da sociedade angolana Mota Veiga Advogados (MVA), com quem a MC&A trabalha em parceria, e que permitiu um acompanhamento próximo de todo o processo junto da TAAG, através da sua equipa de advogados locais, que integra o escritório de Luanda.

Baptizada com o nome Iona, esta aeronave é a primeira de duas que foram recentemente adquiridas à concessionária americana Boeing. Avaliada em três biliões e 500 milhões de kwanzas, o aparelho tem capacidade para transportar 368 passageiros e percorrer uma distância até 17.000 quilómetros. Também conhecido por “Triple Seven”, o B-777 é o avião de longo alcance com o motor mais potente projectado e produzido pela Boeing, que se destaca pelo diâmetro das suas turbinas turbofan, as maiores do mundo, e um trem de aterragem com um total de doze pneus.        

A TAAG é uma companhia aérea empenhada em expandir os seus serviços e em melhorar a experiência dos seus passageiros através da aquisição de aeronaves mais modernas, associada à actualização do seu sistema de reservas e à implementação de um programa de fidelização do cliente. Fundada em 1938 e com sede em Luanda, a companhia aérea opera em voos domésticos e internacionais, contando com mais de 70 anos pautados pela qualidade e excelência nos serviços que presta aos seus passageiros.

Por sua vez, o HBSC, fundado em 1865, é actualmente um dos maiores bancos do mundo e presta serviços financeiros a cerca de 60 milhões de clientes. O seu principal objetivo é ser reconhecido como banco líder internacional. Com sede em Londres, o HSBC opera através de uma rede internacional com mais de 7.000 escritórios em mais de 80 países, com forte presença em regiões como a América, Médio Oriente e África.

Vítor Marques da Cruz, sócio fundador da MC&A, salienta a mais-valia de contar com a presença de advogados locais em Luanda, por intermédio da MVA explicando que «a presença física de escritórios nos locais onde os nossos clientes desenvolvem os seus negócios permite assegurar um apoio presencial e personalizado que garante maior comodidade na resolução de determinadas questões». O sócio fundador da MC&A explica ainda que «em casos como este, além das questões jurídicas específicas na obtenção de financiamento externo, há pormenores relacionados com determinados aspectos da cultura angolana que é necessário ter em conta. Como tal cabe-nos a nós aconselhar e esclarecer não só relativamente aos pormenores técnicos da operação, mas também elucidar sobre os costumes e questões relacionadas com a cultura».

Texto escrito ao abrigo do antigo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa

Sobre a MC&A

A MC&A, liderada por Vítor Marques da Cruz, é uma sociedade de advogados especializada em Direito Bancário, Mercado de Capitais e em Direito da Energia, essencialmente vocacionada para o acompanhamento de negócios internacionais, em especial nos países de língua oficial portuguesa (PALOP). 

Além da parceria com a CF&A, em Moçambique, a MC&A desenvolve, nos mesmos moldes, uma parceria a sociedade Mota Veiga Advogados, que actua no âmbito da assessoria jurídica em processos relacionados com investimento estrangeiro, corporate, direito do trabalho, direito fiscal e real estate. Através da parceria da MC&A, a Mota Veiga Advogados, integrada na rede internacional First Law International (www.first-law.com).

A par das várias parcerias em nome individual, com escritórios no Brasil, Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau e S. Tomé e Príncipe, a MC&A é parceira da Dentons (www.dentons.com), uma das maiores e mais reputadas sociedades de advogados do mundo, co-sediada em Londres e em Washington, assente numa rede internacional de escritórios de advocacia presente em todo o mundo.

*Texto escrito ao abrigo do antigo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa

Lisboa, 17 de maio de 2016.